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Archive for the ‘Crônicas’ Category

A única maneira de não cometer nenhum erro é não fazer nada. Este, no entanto, é certamente um dos maiores erros que se poderia cometer em toda uma existência.

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11 hs da manhã de um domingo meio fechado, sóbrio mas ao mesmo tempo alegre pq hj temos emoções com o meu Galo que hj luta pra ser campeão!

Mas o que eu quero falar na verdade é sobre minha volta ao que mais gosto de fazer que é tocar em barzinhos, e comecei muito bem pelo Chopp da Corte, casa muito bacana capitaneada por 3 amigos muito competentes na noite: Bahia, Sampaio e o Marcelo Rodarte(Rato).  O mais bacana de voltar por lá é que acabei por reencontrar grandes amigos de épocas que não voltam mais, e me sentir completamente em casa pra fazer o que mais gosto que é tocar e cantar. Ontem peguei minha primeira missão impossível que a uns tempos atrás servia pra muitos promotores de eventos na cidade,  botar violão e voz pra abrir boite, violão e voz em festinha de criança, violão e voz em eventos pra 800 pessoas, chama o Dyltão!! Ou seja, ja peguei muito rabo de foguete, mas costumo considerar, depois de aceito o convite, como um desafio mental e técnico. Mental pq a paciência tem que estar completamente em dia com os “imprevistos” previstos que esse tipo de eventos trazem, mas técnico no sentido de arrancar elogios dos presentes pela pegada com que subo no palco mesmo em circunstâncias adversas. Ou seja como diria um grande amigo : Fazer do limão, uma limonada!

Ontem tinha que fazer violão e voz depois de um grupo de samba que não sei o nome mas é muito legal com um repertório bacana e uma cantora tb muito boa! Mas olha só, o samba começou as 16 hs e eu iria começar as 20 hs, qdo cheguei lá o bar estava lotadasso, todo mundo no grau sambando igual a uns loucos, pensei bichooo hj vou ter que fazer mágica aqui pra segurar a onda de violão pq a banda era de 5 pessoas com bateria, percussão etc…

Mas, como disse acima nas malfadadas linhas que tracei, que qdo era roubada pra violão e voz “chama o Dyltão”.

Mentalizei Paciência e Técnica, hj vou botar fogo nesse barraco.

E foi o que aconteceu, me remetendo aos bons tempos de uma forma que me deu uma alegria que ha tempos não sentia no palco.

Todos dançando e cantando junto e eu me sentindo mais jovem do que nunca! Obrigado aos 3 mosqueteiros do chopp da corte por me darem a oportunidade disso! Obrigado às pessoas que gostam de música orgânica, aquela que o cara que tá tocando tá derretendo de suar pra te agradar! Obrigado a Deus por me mostrar mais uma vez que nasci foi pra isso mesmo!

Ahhh, mas lógico que não foi só magia, um bebado derrubou uma caixa quase em cima de mim e outro tentou roubar minha cartela hahahahaha

Viva a noite em Bh, pra quem sabe escolher o lugar e as companhias!

Viva o Chopp da Corte, to lá todas as sextas e no sabado depois do samba, venha viver ao vivo essas emoções hahaha bjusss

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Por Elio Gaspari

Daqui a oito dias completam-se 40 anos de um episódio pouco lembrado e injustamente inconcluso. À primeira hora de 20 de março de 1968, o jovem Orlando Lovecchio Filho, 22 anos, deixou seu carro numa garagem da Avenida Paulista e tomou o caminho de casa. Uma explosão arrebentou-lhe a perna esquerda. Pegara a sobra de um atentado contra o consulado americano, praticado por terroristas da Vanguarda Popular Revolucionária. (Nem todos os militantes da VPR podem ser chamados de terroristas, mas quem punha bomba em lugar público, terrorista era). Lovecchio teve a perna amputada abaixo do joelho e a carreira de piloto comercial destruída.

O atentado foi conduzido por Diógenes Carvalho Oliveira e pelos hoje arquitetos Sérgio Ferro e Rodrigo Lefevre, além de Dulce Maia e uma pessoa que não foi identificada. A bomba do consulado americano explodiu oito dias antes do assassinato de Edson Lima Souto no restaurante do Calabouço, no Rio de Janeiro, e nove meses antes da imposição ao país do Ato Institucional nº 5. Essas referências cronológicas desamparam a teoria segundo a qual o AI-5 provocou o surgimento da esquerda armada.

Até onde é possível fazer afirmações desse tipo, pode-se dizer que sem o AI-5 certamente continuaria a haver terrorismo e sem terrorismo certamente não teria havido o AI-5. O caso de Lovecchio tem outra dimensão.

Passados 40 anos, ele recebe da ‘viúva’ uma pensão especial de R$ 571,00 mensais. Nada a ver com o Bolsa Ditadura. Para não estimular o gênero coitadinho, é bom registrar que ele reorganizou sua vida, caminha com uma prótese, é corretor de imóveis e mora em Santos com a mãe e um filho. A vítima da bomba não teve direito ao Bolsa Ditadura, mas o bombista Diógenes teve. No dia 24 de janeiro passado, o governo concedeu-lhe uma aposentadoria de R$1.627,00 mensais, reconhecendo ainda uma dívida de R$400.000,00 de pagamentos atrasados.

Em 1968, com mestrado cubano em explosivos, Diógenes atacou dois quartéis participou de quatro assaltos, três atentados à bomba e uma execução. Em menos de um ano, esteve na cena de três mortes, entre as quais a do capitão americano Charles Chandler, abatido quando saía de casa.

Tudo isso antes do AI-5. Diógenes foi preso em março de 1969 e um ano depois foi trocado pelo cônsul japonês, seqüestrado em São Paulo.

Durante o tempo em que esteve preso, ele foi torturado pelos militares que comandavam a repressão política. Por isso, foi uma vítima da ditadura, com direito a ser indenizado pelo que sofreu. Daí a atribuir suas malfeitorias a uma luta pela democracia, iria enorme distância.

O que ele queria era outra ditadura. Andou por Cuba, Chile, China e Coréia. Voltou ao Brasil com a anistia e tornou-se o ‘Diógenes do PT’. Apanhado num contubérnio do grão-petismo gaúcho com o jogo do bicho, deixou o partido em 2002.

Lovecchio, que ficou sem a perna, recebe um terço do que é pago ao cidadão que organizou a explosão que o mutilou. (Um projeto que revê o valor de sua pensão, de iniciativa da ex-deputada petista Mariângela Duarte está adormecido na Câmara.)

Em 1968, antes do AI-5, morreram sete pessoas pela mão do terrorismo de esquerda. Há algo de errado na aritmética das indenizações e na álgebra que faz de Diógenes uma vítima e de Lovecchio um estorvo.

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A fé necessita de uma base,

e essa base é a perfeita compreensão daquilo em que se deve crer.

Para crer, não basta ver, é necessário compreender.

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Aquele que for realmente bom nunca poderá estar infeliz.
Aquele que for realmente sábio nunca poderá estar confuso.
Aquele que for realmente corajoso nunca terá medo.

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Olá, esses dias postei no meu Facebook uma frase que recolhi de um texto do médico psicoterapeuta Flavio Gikovate, um dos meus ídolos com suas análises sobre comportamento humano em inúmero livros publicados.

Hj quero postar um artigo dele sobre pessoas controladoras seja no trabalho como em relacionamentos.

Enjoy it!

As Controladoras
:: Flávio Gikovate ::

Elas querem saber onde estão seus companheiros e o que seus filhos fazem a esta hora ainda fora de casa, preocupam-se excessivamente com a saúde dos seus pais e de outros parentes queridos. As mulheres controladoras temem que qualquer titubeio ou desatenção traga conseqüências desastrosas. Acreditam que as coisas estão calmas graças ao empenho que têm em se concentrar o tempo todo nelas. Sabem que gastam enorme energia nesse esforço, mas acham que seu sacrifício é responsável pela conquista de longos períodos de concórdia e bem-estar.

Essa tendência não é exclusividade das mulheres, mas vou refletir sobre a questão, aqui, considerando apenas o aspecto feminino. Mulheres controladoras tendem a ser muito ciumentas em relação aos seus maridos. À noite, fazem aquelas perguntas aparentemente sem importância, mas que expressam um desejo enorme de saber exatamente por onde andaram esses homens – que, segundo elas, estão sempre dispostos a viver aventuras românticas e eróticas. São possessivas também com os filhos, que tentam manter sob suas asas.

Diante de qualquer suspeita de que algo escapou do controle, entram imediatamente em pânico. Experimentam um desespero brutal ao imaginar seus maridos com outras mulheres e terríveis desastres envolvendo seus filhos. Tudo isso acontece sempre que algum deles se atrasa uns poucos minutos. Suas mentes são catastróficas e pessimistas.

A verdade é que não sabemos nada do que realmente importa. Não sabemos de onde viemos, para onde vamos, por quanto tempo estaremos aqui na terra, nem quais as coisas boas e más que ainda estão para acontecer. Nem todos toleram bem essa falta de respostas. Aliás, aprender a lidar com a incerteza em torno da nossa condição é fundamental para que consigamos viver de forma mais feliz. Quem aceita isso sabe que o futuro é desconhecido e o compara a um jogo, como se estivéssemos em um grande cassino onde, todos os dias, podemos ganhar ou perder.

Pessoas que não suportam a idéia da incerteza vivem em um estado de permanente ameaça, a um passo do pânico e do desespero. São criaturas frágeis, pois não se sentem com força para suportar as frustrações e decepções que a vida pode nos impor a qualquer momento. Vivem eternamente preparadas para o pior. Como não podem se assegurar de que as coisas vão dar certo, optam pela certeza de que vão dar errado. E essa certeza nós conseguimos ter, uma vez que induzimos os fatos na direção negativa com muito mais facilidade do que na positiva. Por exemplo, a mulher que teme ser abandonada por um homem poderá se comportar de modo tão desagradável e destrutivo que irá contribuir para que seu pesadelo vire realidade.

É difícil conviver com mulheres tão negativas. Ainda que nem sempre seja sua intenção, elas exercem controle total sobre aqueles que lhe são caros. Transformam-se em tiranas, em criaturas que tentam mandar em tudo e em todos, sempre com o intuito de impedir as desgraças. Aborrecem aqueles que mais amam, além de tornar suas próprias vidas miseráveis. E, pior do que tudo, não conseguem impedir tragédia alguma. A única saída é aceitar a vida como ela é.

Flávio Gikovate é médico psicoterapeuta, pioneiro da terapia sexual no Brasil.
Conheça o Instituto de Psicoterapia de São Paulo.
Confira o programa “No Divã do Gikovate” que vai ao ar todos os domingos das 21h às 22h na Rádio CBN (Brasil), respondendo questões formuladas pelo telefone e por e-mail gikovate@cbn.com.br
Email: instituto@flaviogikovate.com.br

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